quinta-feira, 16 de abril de 2015

O poder das trevas


Espantam-se alguns companheiros de aprendizado com as demonstrações de força do chamado Poder das Trevas, capaz de organizar verdadeiros impérios, em zonas umbralinas e nas regiões subcrostais, de onde consegue atuar organizada e maleficamente sobre pessoas e instituições na Crosta da Terra. O espanto, porém, é descabido, não só por motivos de boa lógica, mas, igualmente, por motivos de ordem técnica.
Por mais intelectualizados que possam ser os gênios do mal, e por mais sofisticados que sejam os seus recursos tecnológicos, não podem eles, nunca puderam e jamais poderão afrontar a sabedoria e o Poder do Cristo e de seus grandes mensageiros, que controlam, com absoluta segurança, todos os fenômenos ocorrentes no planeta e no sistema de que este é parte. Tudo o que as Inteligências rebeladas podem fazer é rigorosamente condicionado aos limites de justiça e tolerância que o Governo da Vida estabelece, no interesse do sumo bem.
É fora de dúvida que esses espíritos e seus agentes possuem ciência e tecnologia muito superiores às dos homens encarnados, e, sempre que podem, as utilizam. Entretanto, os Poderes Celestes sabem mais e podem mais do que eles. A Treva pode organizar, e organiza infernos de vasta e aterrorizadora expressão; contudo, sempre que semelhantes quistos ameaçam a estabilidade planetária, a intervenção superior lhes promove a desintegração.
Os “demônios”, que se arrogam os títulos de “juízes”, e que há muitíssimo tempo utilizam, em larga escala, processos e instrumentais de desintegração que nem a mais moderna ficção científica dos encarnados ainda sequer imagina, realmente conhecem muito mais do que os homens sobre a estrutura e a dinâmica dos átomos e das partículas elementares. Eles sabem consideravelmente mais do que os cientistas e pesquisadores terrenos, acerca de muito mais coisas do que massa, carga, spin, número bariônico, estranheza e vida média de lambdas, sigmas, csis, ômegas, etc., e conseguem verdadeiros “milagres” tecnológicos, a partir de seus conhecimentos práticos avançados sobre ressonâncias e recorrências, usando com mestria léptons, mésons e bárions, além de outras partículas, como o gráviton, que o engenho humano experimentalmente desconhece.
Apesar disso, os operadores celestes não somente varrem, com frequência, o lixo de saturação que infecta demasiado perigosamente certas regiões do Espaço, aniquilando-o através de interações de partículas com antipartículas atômicas, como se valem de outros recursos, infinitamente mais poderosos, rápidos e decisivos, para além de todas as forças eletromagnéticas e físico-químicas ao alcance das Trevas.
Também a capacidade de destruição do homem encarnado permanece sob o rigoroso controle do Poder Celeste. A energia produzida pelas reações nucleares, que os belicistas da Crosta já conseguem utilizar, não vai além de um centésimo da massa total dos reagentes. Eles sabem que o encontro de um pósitron com um elétron de carga negativa resulta na total destruição de ambos, pela transformação de suas massas em dois fótons de altíssima energia. Entretanto, não conseguem pósitrons naturais para essas reações e não são capazes ainda de produzi-los senão à custa de um dispêndio energético praticamente insuportável.
Assim, as Trevas podem realmente assustar-nos e ferir-nos, sempre que nossos erros voluntários nos colocam ao alcance de sua maldade. Basta, porém, que nossa opacidade refuta um único raio do Amor Divino, para que nenhuma força maligna possa exercer sobre nós qualquer poder.


FONTE: https://aprendizadoespirita.wordpress.com

A riqueza real



 “Porque o meu Deus, segundo as suas riquezas, suprirá todas as vossas necessidades..." - Paulo. (Filipenses, 4:19.)

Cada criatura transporta em si mesma os valores que amealha na vida.
Os sábios, por onde transitam, conduzem no espírito os tesouros do conhecimento.
Os bons, onde estiverem, guardam na própria alma a riqueza da alegria.
Os homens de boa-vontade carreiam consigo os talentos da simpatia.
As pessoas sinceras ocultam na própria personalidade a beleza espiritual.
Os filhos da boa-fé cultivam as flores da esperança.
Os companheiros da coragem irradiam de si mesmos a energia do bom ânimo.
As almas resignadas e valorosas se enriquecem com os dons da experiência.
Os obreiros da caridade são intérpretes da vida Superior.
A riqueza real é atributo da alma eterna e permanece incorruptível quem a conquistou.
Por isso mesmo reconhecemos que o ouro, a fama, o poder e a autoridade entre os homens são meras expressões de destaque efêmero, valendo por instrumentos de serviço da alma, no estágio das reencarnações.
Desassisado será sempre aquele que indisciplinadamente disputa as aflições da posse material, olvidando que há mil caminhos sem sombras para buscarmos, com o próprio coração e com as próprias mãos, a felicidade imperecível.
A responsabilidade deve ser recebida, não provocada.
Muitos ricos da fortuna aparente da terra funcionaram na posição de verdugos do Cristo, sentenciado à morte entre malfeitores, entretanto, o Divino Mestre, com as simples e duras traves da cruz, produziu, usando o amor e a humildade, o tesouro crescente da vida espiritual para os povos do mundo inteiro.

Emmanuel,

Psicografia de Francisco Cândido Xavier.

Ela esta grávida, e agora?



Ela está grávida?
Então, o bicho pegou para vocês três!
E você pode me perguntar: Por que três?
Explico!
Vocês dois e o espírito que já está reencarnado como seu (sua) filho (a), é a essa realidade que estou me referindo.
Ela não ficou grávida, vocês estão grávidos!
A mulher vai gerar em seu ventre o fruto do amor de ambos.
E do lado espiritual da vida, um espírito que esperava a oportunidade de voltar à escola chamada Terra já está ligado ao corpo que vocês dois conceberam.
Seria muito interessante se o ventre do homem também crescesse durante a gestação de uma criança, assim certamente os garotos agiriam com mais respeito e cuidado.
Imagine só, um garoto chegando à sala de aula com a barriga grande, que tal?
E agora?
Não vejo outra atitude a não ser se portar como adulto e ser pai.
Tornar-se marido só vai valer a pena se existir amor entre vocês, caso contrário, em pouco tempo, vão engrossar as estatísticas de divórcio no país.
Espero que vocês tenham feito amor e não sexo, pois sexo muita gente faz, os animais também fazem sexo.
Muito além do que nossos olhos podem ver, existe a complexidade da vida espiritual.
Mesmo que vocês tenham “ficado” uma única vez, as consequências existem e vocês devem assumir, já que a vida não é um parque de diversões.
Essa criança que vem por aí não está entrando em suas vidas por sorteio, ela é um espírito que tem vínculos com vocês, e não é de hoje.
A vida sexual implica muitas responsabilidades e riscos.
O sexo não é playground como muitos acreditam, pois ele carrega as energias sublimes da alma.
É uma virtude geradora de vida emprestada por Deus, para nossa responsabilidade.
A troca energética, quando a intimidade do casal se dá, é força geradora da vida.
Se vocês estão grávidos, qual é o problema?
A gravidez é consequência de quem tem vida sexual ativa.
Devemos entender que quem tem maturidade para fazer “sexo” deve ter o mesmo amadurecimento para assumir o resultado das próprias ações.
Nem pensar em aborto, pois como afirmamos acima, um espírito já está ligado ao pequeno corpo que se forma.
Às vezes, pedimos aos nossos pais um voto de confiança para a execução dos nossos sonhos, pois então, o Pai de todos os pais confia em vocês para cuidar e amar o filho enviado que é gerado no ventre, mas precisa ser recebido primeiramente no coração.
Valeu!!!

Por: Adeilson Salles

FONTE: http://inteliterajovem.blogspot.com.br/2015_03_01_archive.html

RECOMEÇAR


Ninguém vive bem sem a bênção do recomeço.
A árvore que tem os galhos podados a golpes de machado recomeça, sem alarde, o trabalho interior para gerar novos ramos, que a tornarão mais forte e bela.
O mesmo ocorre com a alma humana.
Não apenas os momentos de renascimento na carne e morte do corpo físico constituem recomeços para o espírito imortal.
Ao longo de cada existência no mundo, o homem depara com inúmeras situações que impõem a necessidade de recomeçar.
Geralmente, apresentam-se na forma de aparentes derrotas e fracassos, decepções e quedas.
Entretanto, longe de representar o aniquilamento inapelável, constituem convites da vida para que a criatura se fortaleça, reavaliando experiências e seguindo adiante.
Seja qual for à circunstância aflitiva que te assinala nesse momento, não desfaleças nem te revoltes.
Se desistes da ação construtiva, anulas a oportunidade de crescimento.
Se te precipitas, mergulha na vala do remorso e do arrependimento.
Refugia-te na prece e, sintonizando com o Alto, recomeça a caminhada.
O que fizeres no campo do Bem compensará o que, eventualmente, tenhas cometido no terreno da sombra.
A ação construtiva em favor dos mais necessitados é medicamento que sana as dores da própria alma.
Por isso, segue em paz, servindo e amando.
Depois desta fase, estarás mais forte e iluminado, caminhando em equilíbrio ao encontro da felicidade espiritual.


Scheilla
por Clayton B. Levy, do livro “NOVAS MENSAGENS
DE SCHEILLA PARA VOCÊ” – Edição CEAK

Importância da resiliência na maturidade



Resiliência? Que nome é esse?
Resiliência é um termo derivado da física que caracteriza a capacidade de alguns materiais em absorver impactos e retornar à forma original.
Emprestado pela psicologia, a palavra resiliência é compreendida como a capacidade do ser humano em enfrentar e superar as dificuldades impostas pela vida. E aprender com elas!
Uma psicóloga, grande amiga tentando me fazer entender resiliência exemplificou: ”… Imagine um copo descartável amassado com as mãos… se você tentar recuperá-lo cuidadosamente observará que, embora “machucado”, o copo conserva sua função… podemos utiliza-lo para tomar água, por exemplo… da mesma forma o ser humano quando passa por uma grande dificuldade… ao elaborar e superar ele manterá as marcas, mas poderá utilizar a experiência como um aprendizado. Estará melhor preparado para o próximo desafio…”
Ouvi muitas vezes uma amiga dizer: “Engole o choro… engrossa o couro…”  Ela me conta que ouvia essa frase da mãe como um incentivo… uma força! Traduzindo a mãe queria dizer: “… Sinta, mas supere! Não permita que fatos ou pessoas tirem você do caminho que traçou para você mesma…”
Ou seja, devemos cuidar para que causas externas ou dificuldades que nós mesmos criamos, interfiram e reduzam nossa energia de vida!
Uma das lições que a maturidade nos traz é que a vida não poupa ninguém! Todos temos nossas perdas e ganhos; expectativas e mudanças de planos.
“… A rapadura é doce, mas não é mole não…”, diria uma outra amiga ao se referir aos problemas da vida. ”… Viver é bom… mas nem sempre é fácil não…”
Se observarmos o rostinho de uma senhora idosa podemos perceber a quantidade de baques que já sofreu na vida, quantas pessoas queridas que já partiram (incluindo amigos). E não tem jeito!! É consequência da própria vida!
 E à medida que formos superando os obstáculos que a vida nos reserva, vamos aprendendo que quanto maior a resiliência, melhor qualidade de vida teremos aos 50, 60, 70 anos ou mais…
Daí faço minha as palavras de outra amiga: “… Na vida devemos ser duras como vara de marmelo, que enverga, mas não quebra…”
Ou seja, meus amigos, resiliência é um conceito que precisamos adotar em nossas vidas todos os dias e em todos os momentos. Precisamos focar a importância de não nos deixarmos abater demasiadamente ante as intempéries da vida.
E no tabuleiro da vida, como no xadrez podemos viver vários xeques… mas xeque mate… jamais!
Todos os dias precisamos retomar e colocar esse conceito em nossa vida!!


Mª Aparecida Costa  

Banalização do crime



Anteriormente, quando tomávamos conhecimento de alguma notícia chocante sobre homicídio, suicídio, suborno, indignidade de pessoas aparentemente respeitáveis, autoridades de qualquer jaez, éramos dominados pelo desencanto e, às vezes, pela compaixão.
Nos últimos tempos, de tal forma os crimes hediondos se tornaram tão repetitivos e descritos nos seus detalhes mais escabrosos, em manchetes espalhafatosas e comentários perturbadores, que estão quase banalizados.
Acostumamo-nos, cada dia, com os novos escândalos que diminuem de intensidade e levam ao esquecimento os anteriores, que nos haviam surpreendido de especial maneira, e já não causam tanto espanto nenhuma tragédia nem desgraça individual ou coletiva.
Os avanços tecnológicos das comunicações colocam-nos a par de quase tudo que acontece no mundo, especialmente os fenômenos degradantes que deleitam grande parte da sociedade, dando ideia de que não mais há esperança de viver-se em harmonia e que os inúmeros séculos de evolução da ética, da cultura e da civilização foram inúteis.
Predominam as infâmias e os horrores, enquanto ocorrem, simultaneamente, milhares de ações que dignificam que projetam a humanidade a patamares elevados, embora quase não comentados. É como se houvesse uma surda ou, talvez, declarada conspiração contra o bem e o amor, quais se fossem representação da pequenez, da covardia, de conflitos mal camuflados, que não merecem consideração.
O ser humano está destinado à conquista solar. Da brutalidade à sublimação, prossegue no rumo que lhe está traçado, embora os óbices daqueles que permanecem sob o impacto da natureza animal em detrimento da sua natureza espiritual. A vitória do amor é inevitável, por ser Deus a sua Fonte inexaurível. Permanecem na terra os heróis anônimos da misericórdia, que fomentam o progresso e oferecem a própria vida em favor do seu próximo, individualmente e em organizações humanitárias, quais a Cruz Vermelha e os Médicos Sem Fronteiras.


Artigo de Divaldo Franco publicado no jornal A Tarde, coluna Opinião, em 12-03-2015.

Transição Planetária



Cataclismos Futuros

As grandes comoções telúricas se têm produzido nas épocas em que a crosta sólida da Terra, pela sua fraca espessura, quase nenhuma resistência oferecia à efervescência das matérias em ignição no seu interior.
Tais comoções foram diminuindo, à proporção que aquela crosta se consolidava. Numerosos vulcões já se acham extintos, outros os terrenos de formação posterior soterraram.
Ainda, certamente, poderão produzir-se perturbações locais, por efeito de erupções vulcânicas, da eclosão de alguns vulcões novos, de inundações repentinas de algumas regiões; poderão do mar surgir ilhas e outras ser por ele tragadas; mas, passou o tempo dos cataclismos gerais, como os que assinalaram os grandes períodos geológicos. A Terra adquiriu uma estabilidade que, sem ser absolutamente invariável, coloca doravante o gênero humano ao abrigo de perturbações gerais, a menos que intervenham causas desconhecidas, a ela estranhas e que de modo nenhum se possam prever.
Quanto aos cometas, estamos hoje perfeitamente tranquilizados com relação à influência que exercem mais salutar do que nociva, por parecerem eles destinados a reabastecer os mundos, se assim nos podemos exprimir, trazendo-lhes os princípios vitais que eles armazenam em sua corrida pelo espaço e com o se aproximarem dos sóis. Assim, pois, seriam antes fontes de prosperidades, do que mensageiros de desgraças.
A natureza fluídica, já bem comprovada (cap. VI, nos. 28 e seguintes), que lhes é própria afasta todo receio de choques violentos, porquanto, se um deles encontrasse a Terra, esta o atravessaria como se passasse através de um nevoeiro.
Ainda menos de temer é a cauda que arrastam, visto que essa mais não é do que a reflexão da luz solar na imensa atmosfera que os envolve, tanto assim que se mostra constantemente dirigida para o lado oposto ao Sol, mudando de direção conformemente à posição deste astro. Essa matéria gasosa também poderia, em virtude da rapidez com que eles caminham constituir uma espécie de cabeleira, semelhante à esteira deixada por um navio em marcha, ou à fumaça de uma locomotiva. Aliás, muitos cometas já se têm aproximado da Terra, sem lhe causarem qualquer dano. Em virtude das suas respectivas densidades, a Terra exerceria sobre o cometa uma atração maior do que a dele sobre ela. Somente uns restos de velhos preconceitos podem fazer que a presença de um cometa inspire terror.
Deve-se igualmente lançar ao rol das hipóteses quiméricas a possibilidade do encontro da Terra com outro planeta. A regularidade e a invariabilidade das leis que presidem aos movimentos dos corpos celestes tornam carente de toda probabilidade semelhante encontro.
A Terra, no entanto, terá um fim. Como? Isso ainda permanece no domínio das conjeturas; mas, visto estar ela ainda longe da perfeição que pode alcançar e da vetustez que lhe indicaria o declínio, seus habitantes atuais pedem estar certos de que tal não se dará ao tempo deles. (Cap. VI, nos 48 e seguintes.)
Fisicamente, a Terra teve as convulsões da sua infância; entrou agora num período de relativa estabilidade: na do progresso pacífico, que se efetua pelo regular retorno dos mesmos fenômenos físicos e pelo concurso inteligente do homem. Está, porém, ainda, em pleno trabalho de gestação do progresso moral. Aí residirá a causa das suas maiores comoções. Até que a Humanidade se haja avantajado suficientemente em perfeição, pela inteligência e pela observância das leis divinas, as maiores perturbações ainda serão causadas pelos homens, mais do que pela Natureza, isto é, serão antes morais e sociais do que físicas.

Trecho do livro A GÊNESE, de Allan Kardec.