sábado, 25 de junho de 2016

LEALDADE


A cultura moderna imediatista e o comportamento humano apressado são responsáveis pela falta de lealdade em nossa sociedade. As redes sociais e outros veículos de notícias, com as exceções compreensíveis, têm contribuído para o exibicionismo narcisista, as fugas psicológicas dos conflitos para as apresentações fantasiosas, num insensato disputar pela fama, mesmo que se utilizando de recursos inadequados, quando não agressivos e vulgares.
Faz-se de tudo para tornar-se notícia, ser comentado, invejado… Em consequência, os relacionamentos sociais são ligeiros, sem profundidade nem significado, numa coisificação que se torna tormentosa, especialmente no que diz respeito ao prazer: fumo, álcool, sexo em desvario e drogas ilícitas. A correria desenfreada para as novidades não permite os relacionamentos afetivos que tenham significado e contribuam para a lídima união das criaturas, deixando-as sempre em suspeição, angústia e medo de serem descartadas quando menos esperam. A lealdade desaparece sob o véu da mentira e da malversação de valores éticos, produzindo insegurança e mal-estar.
Os sentimentos saudáveis, que constituem base de sustentação dos afetos, apresentam-se conflitivos, e suspeitas, fundamentadas ou não, passam a perturbar o equilíbrio mental, instalando desconfianças que terminam em lamentáveis discussões, separações e crimes lamentáveis… O culto ao ego e ao prazer substitui todas as outras formas de aquisição elevada, por proporcionarem resposta imediata, enquanto os deveres em relação ao Espírito que se é são postergados para a quadra da velhice, ou para os dias severos das enfermidades, quando se esperam milagres inexistentes.
Jesus proclamou o amor como solução para todos os problemas, no entanto, eis que esse nobre desafio foi transformado em interesse subalterno. Aja sempre com dignidade mesmo quando aparentemente enganado, descartado, tendo a honra de ser você aquele que é vítima, aquele que ama.


Divaldo Franco 

Dividir com amor


A miséria socioeconômica, que entulha as avenidas do mundo, mistura-se à de natureza moral, que atulha os edifícios e residências de luxo como os guetos da promiscuidade libertina.
O que podes fazer parece-te quase sem sentido ou significação, tão grande e volumoso é o problema. Apesar disso, não te escuses de auxiliar.
Se não consegues ir à causa do problema, minimiza-lhe os efeitos.
Desde que não podes erradicar, de um golpe, a fome, a enfermidade, a ignorância, contribui com a tua quota de amor, por mínima que seja.
Sempre podes dividir do que possuis, com aquele nada tem.
Quando repartes com amor, multiplicas a esperança, favorecendo a alegria.
Menos tem aquele que se nega a doar algo.
Afirma-se que esse gesto de amor gera o paternalismo, promove o vício...
Não têm razão, os que assim informam.
Muitos males, e alguns crimes são abortados quando uma atitude de amor interrompe o passo do infeliz que padece fome, desespero e dor...
Somente quem aprende a abrir a mão, descerra o bolso, terminando por oferecer o coração.
Faze o que te esteja ao alcance, e a vida fará o resto.

Joanna de Ângelis

Divaldo Franco

Tantos deuses


Que é Deus? A pergunta objetiva é profunda, em significado, e complexa no exercício de respondê-la.
Em uma síntese exemplar, os Espíritos nos ensinaram que Deus é a Inteligência Suprema e a causa de todas as coisas.
E como entender Deus? Se defini-lO é um exercício complexo, entendê-lO é um exercício individual, fruto da reflexão e compreensão da própria vida.
Houve tempos em que a Humanidade não acreditava em um único Deus, mas em vários deuses, confundindo as obras da natureza com a própria Divindade.
Eram os tempos em que se imaginava que a erupção do vulcão era a manifestação de um deus raivoso, a chuva e os trovões eram outros deuses exibindo sua força ou, ainda, que os rios apresentavam na sua grandiosidade, as facetas de outro deus.
Em épocas passadas, acreditava-se em deuses humanizados de tal forma que apresentavam nas suas vaidades, vinganças e tramas, um reflexo do próprio homem.
Foi com Moisés que adquirimos o conhecimento do Deus único, contribuindo para o amadurecimento da percepção da Divindade.
E, desde então, foram vários os filósofos, religiosos, teólogos que deram sua contribuição e reflexão para melhor entendermos Deus.
Assim, alguns imaginamos Deus quase na forma humana, como um velho de longas barbas, a vigiar todos de cima, em uma visão ainda mitológica e humanizada.
Outros não o chamamos Deus, mas Força Maior, Energia Cósmica, na tentativa de abstraí-lO das concepções históricas consideradas limitantes.
Outros até O negamos, pois o que encontramos no mundo como proposta explicativa ou esclarecedora, não nos basta. E, como não fazemos nossas próprias reflexões, preferimos negar a buscar melhor entendê-lO.
Há também os que nos apropriamos de Deus, confundindo-O com a própria religião, como se Ele derivasse dela, quando é exatamente o contrário.
Então, imaginamos que Deus se limita ao que nossa religião prescreve, desconsiderando outras formas de ver a Divindade, como se ainda concebêssemos a ideia de vários deuses.
Para Jesus, Deus é Pai. E foi Ele que, nos Seus ensinamentos, nos explicou que Deus, como Pai, sempre provê nossas necessidades.
Para João, o Evangelista, Deus é amor. Pois que tudo que dEle provém é cuidado, justiça e bondade. Nada melhor que sintetizá-lO dessa forma.
Para conversar com Ele, alguns necessitamos de grandes templos, outros buscamos a natureza, enquanto tantos precisamos apenas de um canto tranquilo e silencioso.
Para se relacionar com Ele, alguns nos utilizamos de rituais, cerimônias específicas, outros cantamos, muitos usamos velas ou outros simbolismos.
E tantos mais, apenas nos servimos do coração.
De qualquer forma, não importa como O chamemos, como O definamos ou como com Ele nos relacionemos.
Importante mesmo é que estejamos sempre em Sua companhia, a fim de preencher nossas vidas e lhes conferir sentido.
*   *   *
Que, em nosso caminhar, possamos perceber Sua presença indelével, nas pequenas como nas grandes coisas, em momentos felizes e nos de dificuldade, pois que, como Pai, será sempre a Sua Providência que nos irá oferecer os caminhos e os recursos para a construção de nossa felicidade.

Redação do Momento Espírita.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

IMORTALIDADE - aulas de evangelização


OBJETIVO:
 Reconhecer que a individualidade sobrevive à morte.
1. ATIVIDADE DINÂMICA
Propor um jogo de equilíbrio. As crianças tentarão equilibrar nas mãos, nos pés ou em outra parte do corpo, garrafinhas plásticas com um pouco de areia (ou pequenas bolas, bastões pequenos de madeira etc.).

2. HARMONIZAÇÃO INICIAL

3. ATIVIDADE INTRODUTÓRIA
Apresentar às crianças o anexo 1 com os desenhos de uma roupa em bom estado e outra toda rasgada.
Perguntar:
Qual a roupa que não serve mais para vestirmos? Por quê?


O que devemos fazer com a roupa toda rasgada?


4- ATIVIDADE REFLEXIVA
4.1 Perguntar às crianças se já tiveram algum parente que morreu. Pedir que usem as figuras da atividade anterior para representar o que aconteceu com o corpo e o espírito quando esse parente morreu. Falar no assunto de forma natural e habilidosa, dada à sutileza da questão.

4.2- Narrar à história: JUNITA
4.3- Avaliar a compreensão através das perguntas:
a- Qual a notícia que Mariazinha recebeu pelo telefone?
b- O que a professora falou ao ver Mariazinha triste?
c- Você acha que Junita ouviu a prece de Mariazinha? Por quê?
4.4- Esclarecer que os lugares onde moram os que já morreram também têm casas, escolas, jardins. Quanto mais bondosa a pessoa viveu na Terra, mais bonito o lugar onde seu espírito vai morar.

5. ATIVIDADE CRIATIVA
5.1- Ensinar a fazer dobraduras (modelos no final) usando papel de revista.
5.2- Pedir que as crianças montem um mural com as dobraduras, recorte e colagem, fazendo jardins e pessoas do local onde Junita foi morar.


6. HARMONIZAÇÃO FINAL/ PRECE
6.1- Com as crianças aquietadas, pedir que observem a luz de uma vela acesa. Depois, apagar a vela e dizer:
Pense nessa luz dentro do seu coração...
É a luz do amor que você sente...
Mande com seu pensamento um raiozinho dessa luz de amor para um coleguinha.
Obs.: Conforme a idade e a experiência das crianças, pode-se sugerir que ela mande o raiozinho de amor para alguém que já desencarnou.

6.2- Meditar:
Mando um raio do meu amor para...
7. AUTO-AVALIAÇÃO
JUNITA
Fig. 1- Mariazinha acordou e logo sentiu-se triste. Chovia tanto, que as ruas estavam cheias d água. Ninguém conseguia sair de casa.
Mariazinha estava triste porque, naquela manhã, sua mãe tinha prometido levá-la para visitar Junita, uma coleguinha que estava no hospital muito doente. Eram tão amigas! 
Mariazinha entendeu que, com aquela chuva, não podia sair de casa para a visita.
Obediente, foi brincar com seus irmãos.

Fig. 2- De tarde, o telefone tocou e Mariazinha recebeu a notícia de que sua coleguinha tinha morrido. A menina ficou muito triste. Chorou. Pensava assim: “Coitadinha dela, desapareceu; nunca mais Junita poderá brincar, nem estudar, nem me dar um abraço...”
Fig. 3- No dia seguinte Mariazinha continuava triste. Sua mãe chamou-a e falou:
– Mariazinha, não fique assim! Junita, ao morrer, perdeu apenas o seu corpo; mas seu Espírito continua a viver. O “eu-luz” continuará brilhando porque ela é a mesma menina boa que sempre foi. Mariazinha lembrou-se do que aprendera sobre Jesus. Ele também continuou a viver e a nos ajudar depois de ter “morrido” na cruz. A mãe de Mariazinha continuou a explicar:
– Deus, nosso Pai do Céu, criou muitos lugares, para onde vão as pessoas que morreram aqui na Terra. E as crianças boas, como Junita, vão morar em lugares bonitos e felizes. Muitas vezes, os que “morreram” nos visitam, sem que os vejamos. Quando dormimos, podemos encontrar-nos com eles. Mariazinha compreendeu como o Pai do Céu é bom! Ele tudo faz para sermos felizes.
Naquela noite, ao deitar-se, Mariazinha pensou firmemente em sua amiga.
E, com um sentimento de amor, orou assim:
Fig 4- “Amigo Jesus, o corpo de Junita morreu, mas sei que minha amiga continua a viver em outro lugar. Peço que ela se sinta feliz e possa receber o meu abraço”.
Depois disso Mariazinha dormiu tranquilamente. Sentiu que Junita ficou feliz com a sua oração.













Regeneração da humanidade: uma grande obra da espiritualidade


Vive-se, na terra, o momento da grande transição de mundo de provas e de expiações, para mundo de regeneração. Sendo o ser humano um espírito em processo de crescimento intelecto-moral, atravessa diferentes níveis nos quais estagia, a fim de desenvolver o instinto, logo depois a inteligência, a consciência, rumando para a intuição.
As criaturas que assinalarem a existência pela criminalidade conhecida ou ignorada mantendo conduta egoísta, tripudiando sobre as aflições do próximo não disporão de meios de permanecer na terra, sendo exiladas para mundos inferiores.
Desse modo, as grandes calamidades de uma ou de outra procedência têm por finalidade convidar a criatura humana à reflexão em torno da transitoriedade da jornada carnal em relação à sua imortalidade.
Chega-se ao máximo desequilíbrio, facultando a interferência divina, a fim de que se opere a grande transformação de que todos temos necessidade urgente.
Contribuindo na grande obra de regeneração da humanidade, espíritos de outra dimensão estão mergulhando nas sombras terrestres, a fim de que, ao lado dos nobres missionários do amor e da caridade, da inteligência e do sentimento, que protegem os seres terrestres, possam modificar as paisagens aflitivas, facultando o estabelecimento do Reino de Deus nos corações. Equipes de apóstolos da caridade no plano espiritual também descem ao planeta sofrido, a fim de contribuir com as mudanças que devem operar-se.
O bem não se detém ante qualquer tipo de fronteira, limite, preconceito, porque é emanação divina para a edificação da vida.
Aproximadamente, quinhentos obreiros retornarão ao planeta para a preparação da nova era, abrindo espaço para as reencarnações em massa dos migrantes de uma das estrelas da constelação das Plêiades, na tarefa sublime de ajudar a terra a alcançar o patamar de mundo de regeneração.
Participaríamos de atividades de selecionamento de casais para receber como filhos os visitantes de mais além… Nosso mentor falou-lhes: “Em todas as situações, recordai-vos que sois hóspedes do planeta em transição, convidados a torná-lo um paraíso, após as tormentas contínuas que o sacudirão”. "Bem-vindos a terra! Houve um silêncio feito de alegria e esperança (…) os visitantes de bela aparência e portadores de sabedoria, rumaram na direção dos destinos que os aguardavam… ”

Manoel Philomeno de Miranda

Divaldo Franco
Extraído do livro TRANSIÇÃO PLANETÁRIA 

Gentilezas diárias


A vida é repleta de pequenas gentilezas, tão sutis quanto marcantes no nosso cotidiano.
O jardim florido oferece um colorido para a paisagem, o sol empresta suas cores para o céu antes de se pôr, a borboleta ensina suavidade e leveza para quem acompanha seu voo.
A gentileza tem essa característica: sutil, mas marcante, silenciosa e ao mesmo tempo eloquente, discreta e contundente.
O portador da gentileza o faz pelo prazer de colorir a vida do próximo com suavidade, para perfumar o caminho alheio com brisa suave que refresca a alma.
A gentileza tem o poder de roubar sorrisos, quebrar cenhos carregados ou aliviar o peso de ombros cansados pelas fainas diárias.
E ela se faz silenciosa, algumas vezes tímida, inesperada na maioria das vezes, surpreendendo quem a recebe.
A gentileza não se pede muito menos se exige... É presente de almas nobres, presenteando outras almas, pelo simples prazer de fazer o dia do outro um pouco mais leve.
Você já experimentou o prazer de ser gentil? Experimente oferecer o seu bom dia a quem encontrar no ponto de ônibus, no elevador ou no caixa do supermercado.
Mas não o faça com as palavras saindo da boca quase que por obrigação. Deseje de sua alma, com olhos iluminados e o sorriso de quem deseja realmente um dia bom, para quem compartilha alguns minutos de sua vida.
A gentileza é capaz de retribuir com nobreza quando alguém fura a fila no supermercado ou no banco, com a sabedoria de que alguns breves minutos não farão diferença na sua vida.
Esquecemos que alguns segundos no trânsito, oferecendo a passagem para outro carro, ou permitindo ao pedestre terminar de atravessar a rua não nos fará diferença, mas facilitará muito a vida do outro.
E algumas vezes, dentro do lar, a convivência nos faz esquecer que ser gentil tempera as relações e adoça o caminhar.
E nada disso somos obrigados a fazer, mas quando fazemos, toda a diferença se faz sentir...
A gentileza se faz presente quando conseguimos esquecer de nós mesmos por um instante para lembrar do próximo. Quando abrimos mão de nós em favor do outro, por um pequeno momento, a gentileza encontra oportunidade de agir.
Ninguém focado em si mesmo, mergulhado no seu egoísmo, encontra oportunidade de ser gentil. Porque, para ser gentil, é fundamental olhar para o próximo, se colocar no lugar do próximo, e se sensibilizar com a possibilidade de amenizar a vida do nosso próximo.
Se não é seu hábito, exercite a capacidade de olhar para o próximo com o olhar da gentileza. Ofereça à vida esses pequenos presentes, espalhando aqui e acolá a suavidade de ser gentil.
E quando você menos esperar, irá descobrir que semear flores ao caminhar, irá fazer você, mais cedo ou mais tarde, caminhar por estradas floridas e perfumadas pela gentileza que a própria vida irá lhe oferecer.

Redação do Momento Espírita

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Aprendizados da vida


As etapas de nossa vida sempre irão apresentar lições importantes para nosso aprendizado.
Não há momento da existência onde não haja ensejo de crescimento pessoal, afinal, é esta a finalidade maior da vida.
Natural que se apresentem períodos de semeadura e de investimento, marcados pela renúncia de momentos de lazer, das horas de ócio e amenidades.
Exigirão de nós dedicação e seriedade. Pedirão de nós constância e firmeza.
Esses dias trarão consigo as lições da disciplina, da perseverança, oferecendo oportunidade de maturidade nas escolhas e opções.
Também haverá dias de conquista, sucesso e vitória. Esses nos oferecerão o sentimento de realização, de completude, de autorrealização.
Mas trarão igualmente oportunidades de aprendizado, nos oferecendo o ensejo de treinar a humildade, ao nos permitir a análise do quanto de orgulho, presunção e arrogância ainda existe em nós.
Haverá, em nossa existência, dias de plena saúde, vigor físico e disposição.
Dias em que o corpo físico poderá ser exigido em sua plenitude, colocando-se como ferramenta ao nosso dispor.
Esses momentos nos darão a chance de desenvolver o hábito do trabalho, o aprendizado da ocupação digna das nossas horas.
Sem limitações impostas pela máquina física, teremos a oportunidade de incutir em nós os hábitos saudáveis da labuta honesta, do serviço no bem e para o bem.
Naturalmente, outros dias virão, nos quais a doença, as dificuldades orgânicas, os cerceamentos físicos se farão presentes.
Nesses dias, outras serão as lições que se apresentarão para o aprendizado.
Teremos a oportunidade de vivenciar a paciência, a resignação e a fé.
Junto a essas mestras incomparáveis, virá também a oportunidade mais intensa de desenvolver o hábito da oração, da meditação e autoconhecimento.
Serão as lições de convivência conosco mesmo, com nosso mundo íntimo, nossos valores e emoções.
Vemos assim que a vida é rica em seu suceder de experiências e convites ao aprendizado.
*   *   *
Cada momento traz consigo suas lições, aquelas que a Providência Divina percebe serem as melhores e mais adequadas para nossa experiência existencial.
Portanto, de forma alguma reclamemos do que nos sucede. Antes, reflitamos qual a lição que a vida nos convida a soletrar, a experienciar.
Jamais maldigamos os acontecimentos que nos alcancem.
O que hoje nos surja como grande problema ou empecilho de difícil remoção, em verdade se constitui ferramenta de aprendizado e catapulta para novos patamares de lucidez e entendimento.
Deus nos conhece a intimidade e aguarda sempre o momento propício para as lições mais apropriadas. Igualmente, sabe a que, exatamente, nos deve submeter, a fim de que cresçamos em intelecto e moral, no rumo do progresso.
Nesse entendimento, agradeçamos à bondade Divina por tudo que nos sucede.
Amparados pela fé, busquemos aproveitar todo momento de nossa existência para que as lições sejam apreendidas, pela mente e pelo coração.

Redação do Momento Espírita.

Comportamento no Mundo - Evangelização


Comportamento no Mundo
OBJETIVO GERAL

Compreender a importância do nosso comportamento para a construção de Mundo melhor.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

• Perceber que o nosso comportamento positivo ou negativo reflete na condição do mundo em que vivemos.
• Compreender que o bom comportamento deve ser praticado a partir das situações mais simples do dia-a-dia.
• Reconhecer a necessidade de se ter um bom comportamento na casa espírita.

DESENVOLVIMENTO

• Prece inicial.
• Conversar com as crianças sobre a forma como têm se comportado:
Perguntar se cada um tem tido um bom comportamento em casa, na escola, na via pública, na Casa Espírita.
Mostrar a imagem do mundo triste e explicar que ele não está muito feliz com o nosso comportamento.
Perguntar o que podemos fazer para que o mundo se sinta feliz.

• Propor uma atividade (semelhante à batata quente) onde conterão figuras dentro do mundo. O mundo passará entre as crianças ao som da música "A paz no mundo". Na criança em que o mundo parar deverá retirar uma figura e explicar se aquele comportamento deixa o mundo feliz ou triste. Após a explicação, colar no cartaz que estará no quadro separando bons comportamentos de maus.
• Entregar papeis para que desenhem um bom comportamento que possam ter na sala de aula que faria o mundo um lugar melhor. Entregar a metade da bola de isopor para que pintem e colem na folha na qual desenharam seu comportamento.
A atividade será considerada satisfatória se as crianças perceberem que a construção de um lugar melhor para viver depende de nós mesmos e que a CE  é o lugar onde aprenderemos muito a respeito de como devemos nos comportar.


quarta-feira, 22 de junho de 2016

O CÂNCER NA VISÃO ESPÍRITA


Recentemente, na Califórnia, nos Estados Unidos, Hannah Powell-Auslam, uma menina de 10 anos de idade, foi diagnosticada com câncer de mama, um caso considerado, extremamente, raro (carcinoma secretório invasivo). Os médicos fizeram uma mastectomia, mas o câncer se espalhou para um nódulo e Hannah terá que passar por outra cirurgia, ou por tratamento de radioterapia.
Outro caso instigante é o das duas gêmeas idênticas britânicas, diagnosticadas com leucemia, com apenas duas semanas de intervalo.
O drama das meninas Megan e Gracie Garwood, de 4 anos, começou em agosto de 2009. "Receber a notícia de que você tem três filhos e dois deles têm câncer é inimaginável", afirmou a mãe das meninas. "Você fica pensando o que fez para merecer isso". Câncer é uma palavra derivada do grego “karkinos”, a figura mitológica de um caranguejo gigante, escolhida por Hipócrates, para representar úlceras de difícil cicatrização e que, ao longo do tempo, consagrou-se como sinônimo genérico das neoplasias malignas. Há mais de cem tipos diferentes de câncer, que variam, ao extremo, em suas causas, manifestações e prognósticos.
Diferentemente do câncer em adultos, em que se leva em conta aspectos do comportamento como fumo, alcoolismo, alimentação, sedentarismo e exposição ao sol, à medicina, ainda, não conseguiu estabelecer os verdadeiros fatores de risco do câncer pediátrico.
Os casos de Hannah Powell-Auslam, Megan e Gracie Garwood bem que podem entrar nas estatísticas brasileiras do câncer infanto-juvenil, que atinge crianças e adolescentes de um a 19 anos.
Segundo pesquisa divulgada pelo Inca (Instituto Nacional de Câncer) e pela Sobop (Sociedade Brasileira de Oncologia Pediátrica), o câncer é a doença que mais mata os jovens, na faixa dos cinco aos 18 anos, no Brasil. Pesquisa indica o surgimento de, aproximadamente, 10 mil casos de câncer infanto-juvenil, a cada ano, no Brasil, a partir do biênio 2008/2009.
O agravante é que o câncer, nos adolescentes, costuma ser mais agressivo do que nos adultos, e é mais difícil de ser diagnosticado, segundo Luiz Henrique Gebrin, Diretor do Departamento de Mastologia do Hospital Pérola Biynton, em São Paulo (SP).
- Será o câncer, então, uma obra do acaso, uma “punição divina” ou um “carma” do espírito?
Hoje, à luz da Ciência médica, pode-se afirmar que o fator predominante da carcinogênese é, sem dúvida, o comportamento humano: tabagismo, abuso de álcool, maus hábitos alimentares e de higiene, obesidade e sedentarismo, os quais são responsáveis por quatro, em cada cinco casos de câncer e por 70% do total de mortes. Os cânceres por herança genética pura, ou seja, que não dependem de fatores comportamentais e ambientais são menos de 5% do total.
A experiência corrobora, pois, que o câncer é uma enfermidade, potencialmente, “cármica”.
Estamos submetidos a um mecanismo de causa e efeito que nos premia com a saúde ou corrige com a doença, de acordo com nossas ações.
A criança de hoje foi o adulto de antanho. “O corpo físico reflete o corpo espiritual que, por sua vez, reflete o corpo mental, detentor da forma”.

(1) “Os que se envenenaram, conforme os tóxicos de que se valeram, renascem, trazendo as afecções valvulares, os achaques do aparelho digestivo, as doenças do sangue e as disfunções endocrínicas, tanto quanto outros males de etiologia obscura; os que incendiaram a própria carne amargam as agruras da ictiose ou do pênfigo; os que se asfixiaram, seja no leito das águas ou nas correntes de gás, exibem os processos mórbidos das vias respiratórias, como no caso do enfisema ou dos cistos pulmonares; os que se enforcaram carreiam consigo os dolorosos distúrbios do sistema nervoso, como sejam as neoplasias diversas e a paralisia cerebral infantil; os que estilhaçaram o crânio ou deitaram a própria cabeça sob rodas destruidoras, experimentam desarmonias da mesma espécie, notadamente as que se relacionam com o cretinismo, e os que se atiraram de grande altura reaparecem, portando os padecimentos da distrofia muscular progressiva ou da osteíte difusa.”
(2) “A cura para o câncer não deverá surgir nos próximos dez anos”.

(3) é o que afirma o articulista da Revista Time, Shannon Browlee.

Talvez os cientistas nunca encontrem uma única resposta, um único medicamento capaz de restaurar a saúde de todos os pacientes com câncer, porque um tumor não é igual ao outro.
Os espíritas sabem que não existem doenças e sim doentes. Em verdade, "todos os sintomas mentais depressivos influenciam as células em estado de mitose, estabelecendo fatores de desagregação.”
(4) Apesar dos consideráveis avanços tecnológicos, em busca do diagnóstico precoce e do tratamento eficaz, a Medicina e a Ciência, em geral, estão, ainda, distantes de dominarem o comportamento descontrolado das células neoplásicas.
Obviamente, não precisamos insistir na busca de vidas passadas para justificar o câncer: As estatísticas demonstram grande incidência de câncer no pulmão, em pessoas que fumam na atual encarnação.
Muitas formas de cânceres têm sua gênese no comportamento moral insano atual, nas atitudes mentais agressivas, nas postulações emocionais enfermiças. “O mau-humor é fator cancerígeno que ora ataca uma larga faixa da sociedade estúrdia.”

(5) O ódio, o rancor, a mágoa, a ira são tóxicos fulminantes no oxigênio da saúde mental e física, consomem a energia vital e abrem espaços intercelulares para a distonia e a instalação de doenças. São “agentes poluidores e responsáveis por distúrbios emocionais de grande porte, são eles os geradores de perturbações dos aparelhos respiratório, digestivo, circulatório. Responsáveis por cânceres físicos, são as matrizes das desordens mentais e sociais que abalam a vida”.

(6) Falando sobre doença cármica, “o câncer pode, até, eliminar as sombras do passado, mas não ilumina a estrada do porvir. Isso depende de nossas ações, da maneira como arrostamos problemas e doenças.
Quando a nossa reação diante da dor não oprime aqueles que nos rodeiam, estamos nos redimindo, habilitados a um futuro luminoso. "Quando nos rendemos ao desequilíbrio ou estabelecemos perturbações em prejuízo contra nós (...), plasmamos nos tecidos fisiopsicossomáticos determinados campos de ruptura na harmonia celular, criando predisposições mórbidas para essa ou aquela enfermidade e, consequentemente, toda a zona atingida torna-se passível de invasão microbiana.”

(7) Outra situação complicada é o aborto que “oferece funestas intercorrências para as mulheres que a ele se submetem, impelindo-as à desencarnação prematura, seja pelo câncer ou por outras moléstias de formação obscura, quando não se anulam em aflitivo processo de obsessão.”

(8) O conhecimento espírita nos auxilia a transformar a carga mental da culpa, incrustada no perispírito, e nos possibilita maior serenidade ante os desafios da doença. Isso influenciará no sistema imunológico.

Os reflexos dos sentimentos e pensamentos negativos que alimentamos se voltam sobre nós mesmos, depois de transformados em ondas mentais, tumultuando nossas funções orgânicas.
Para todos os males e quaisquer doenças, centremos nossos pensamentos em Jesus, pois nosso bálsamo restaurador da saúde é, e será sempre, o Cristo.
Ajustemo-nos ao Evangelho Redentor, pois o Mestre dos mestres é o médico das nossas almas enfermas.

CENTRO ESPÍRITA MÉDICO UBIRAJARA LARA, 30 de novembro de 2012.
Fontes:
(1) Xavier, Francisco Cândido. Evolução em Dois Mundos, ditado pelo espírito André Luis 15ª edição, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 1997.
(2) Xavier Francisco Cândido. Religião dos Espíritos, Rio de Janeiro: 11ª Edição Ed. FEB - (Mensagem psicografada por em reunião pública de 03/07/1959).
(3) Transcrita em um caderno especial na Folha de São Paulo de 4 de novembro de 1999
(4) Xavier, Francisco Cândido. Pensamento e Vida, ditado pelo espírito Emmanuel, Rio de Janeiro: Ed. FEB, 2000
(5) Franco, Divaldo. Receita de Paz, ditado pelo espírito Joanna de Angelis, Salvador: Ed. Leal, 1999

(6) FRANCO, Divaldo Pereira. O Ser Consciente, Bahia, Livraria Espírita Alvorada Editora, 1993

Não percas a tua Fé


Não percas a tua fé entre as sombras do mundo.
Ainda que os teus pés estejam sangrando, segue para frente, erguendo-te por luz celeste acima de ti mesmo.
Crê e trabalha.
Esforça-te no bem e espera com paciência.
Tudo passa e tudo se renova na Terra, mas o que vem do Céu permanecerá.
De todos os infelizes, os mais desditosos são os que perderam a confiança em Deus e em si mesmos, porque o maior infortúnio é sofrer a privação da fé e prosseguir vivendo.
Eleva, pois, o teu olhar e caminha.
Luta e serve. Aprende e adianta-te.
Brilha a alvorada além da noite.
Hoje, é possível que a tempestade te amarfanhe o coração e te atormente o ideal, aguilhoando-te com a aflição ou ameaçando-te com a morte.
Não te esqueças, porém, de que amanhã será outro dia...


Autor: Meimei
Psicografia de Chico Xavier

A Oração em família


Luz inapagável passa a brilhar sobre o lar, onde perduram as vibrações da prece.
Ondas permanentes de harmonia envolvem o ambiente familiar que instala o hábito salutar da oração.
Saúde espiritual inarredável costuma penetrar as almas que, no reduto doméstico, se aliam aos benefícios da prece.
***
É lamentável o olvido a que é relegada a oração, em grande número de lares pela Terra inteira.
Mesmo em grupos familiais que envergam a rotulagem cristã, falta o aconchego maior com as Fontes Fecundas de paz em que se converte a oração.
Mais do que pode supor a pessoa que ora, a alma que se liga às faixas luminosas do diálogo com Deus absorve desse estuário bendito do Mundo Invisível as mais profundas messes de recursos aptos a sustentá-la, nas lides em que se movimenta no planeta.
Esse salutar costume de abrir-se para dizer ao Senhor o que se sente, mesmo sabendo que o Senhor sabe de todas as coisas, converte-se em exercício maduro de autoconhecimento gradual, em exercício de humildade, que eleva e bendiz a criatura.
No campo doméstico, pois, ensine a seus filhos, desde pequeninos, tão logo consigam acompanhar os pais, a entoar as palavras da prece, que, com o tempo irão compreendendo, adicionando seus próprios sentimentos, valendo-se, ao mesmo tempo, dessa norma feliz, como fuga das tormentas em si ou em torno de si, ou como bálsamo medicamentoso em face dos padecimentos físicos e morais que, acaso, lhes esbarre a caminhada terrestre.
Ensine-lhes a não fazer da prece um conjunto de palavras inócuas, das quais a sincera compenetração não faça parte.
Mostra-lhes que, por ser valiosa, a prece deve ser entoada ou emitida, em regime de função íntima, fazendo silêncio no aposento do coração, para que aprenda a ouvir as respostas das Alturas, que podem ser imediatas ou encontrar-nos pelos caminhos.
***
Afervore-se à oração em seu lar, seja na estação feliz das alegrias domésticas, seja nos momentos ou nas quadras de testemunhos difíceis.
Evite demonstrar aos seus familiares qualquer ansiedade, injustificável para quem ora.
Entregue-se, incondicionalmente, ao Pai Criador, realizando a parte que lhe cabe, nos cenários de sua vida, certo de que aquilo que, pedindo na oração, não obtiver, é que você não está no momento ideal de perceber as bênçãos que busca.
***
Ensine aos seus que a prece não é um instrumento para barganhar com a Divindade, num regime de trocas infantil. A prece é uma forma de comunicação. Quanto mais honesta, mais alta. Quanto mais alta, melhores os seus resultados.
Independentemente de sua oração diária e íntima, aproveite o encontro de sua família, uma vez que seja por semana, em qualquer dia, em qualquer horário que possam estabelecer para a prece em conjunto.
Diante da mesa posta do Evangelho de Jesus, recolherão você e os seus os mais sublimes e valiosos recursos da Divindade, para que consigam dar conta dos múltiplos compromissos da presente reencarnação, sem perda de tempo.
Orar é nobre condicionamento, harmonizando-nos com o Infinito.
Orar em família é ver derramar-se sobre ela o cálice aurifico dos Céus, acondicionando-nos nesse imenso bojo de ventura que o Cristo traz ao nos visitar.
Ensine aos seus entes queridos a se utilizarem das formidáveis bênçãos que movimentamos para o equilíbrio e para a presença da luz em nosso cenário doméstico.


Pelo Espírito Thereza de Brito
Psicografia de Raul Teixeira
Do Livro: Vereda Familiar

Mais Deus


    Se alguém nos perguntasse pelo material de que mais necessitamos para cooperar com os homens, nossos irmãos no Plano Físico na construção da Era da Paz e Amor que todos aguardamos, não hesitariam em responder que precisamos em qualquer parte da  Terra:
    De mais amor para reaquecimento da vida.
    De mais trabalho do que de ideias novas.
    De mais entendimento do que de observação.
    De mais cooperação do que de críticas.
    De mais coragem para servir do que de inclinação para censurar.
    De mais esforço no bem do que de promessas.
    De mais perdão que de conselhos.
    De mais simplicidade do que de apelações.
    De mais vozes que abençoem e fortaleçam as criaturas na prática do bem do que de exortações ao aperfeiçoamento espiritual imediato, baseadas na aspereza de trato.
    De mais atividade do que de advertências.
    De mais dedicação ao próximo do que de reprovações.
    De mais desprendimento da posse do que de suposta segurança, acobertando a sovinice.
    De mais caridade do que de ciência.
    É indispensável salientar, sobretudo, que todos nós, os espíritos em evolução, ainda vinculados a Terra, precisamos de menos mundo e mais Deus.
 

Emmanuel
Francisco Cândido Xavier 

OS DEZ LEPROSOS - Aulas de evangelização


OS DEZ LEPROSOS

INTRODUÇÃO

   Quem aqui já viu alguém que estivesse muito doente e com muitas dores? É triste ver alguém sofrendo não é? Sabem no tempo de Jesus havia muitas doenças que não tinham cura, mas hoje já temos remédios para muitas delas.


DESENVOLVIMENTO

Nossa história de hoje nos fala de dez leprosos que tinham uma doença que não havia cura, a lepra.
Era uma doença que dava muitas feridas na pele e doía muito.
Quem tinha essa doença era obrigado a deixar  tudo e viver fora da cidade, longe de toda a sua família porque essa doença podia passar para outras pessoas.
Já imaginaram se tivessem que viver fora da cidade longe de todos? Seria horrível não é? Temos que agradecer a Deus por tudo o que temos e orar pelos que passam necessidades.

As pessoas não gostavam dos leprosos. Quando alguém via um leproso dizia: "Imundo, vá embora".

Certa vez, Jesus quando estava passando por Samaria encontrou dez leprosos.
Eles, com medo ficaram longe de Jesus. Talvez já tivessem ouvido falar de Jesus, de quantos "milagres" Ele fazia dos doentes que havia curado. Então gritaram com toda força: “Mestre, tenha pena de nós"(lc 17:13) Jesus ouviu os gritos e seu coração, cheio de amor, sentiu pena pela triste vida que aqueles leprosos levavam.
Mas Jesus falou uma coisa estranha “vão e peça aos sacerdotes que examinem vocês.” Os sacerdotes eram os líderes da igreja daquela época.
Os leprosos obedeceram e, no caminho até a cidade onde os sacerdotes ficavam perceberam que já estavam curados.
Que alegria “Suas feridas desapareceram, sua  pele estava limpa”. Todos os leprosos saíram correndo porque queriam também procurar a família, os amigos. Apenas um voltou louvando a Deus em alta voz. Ele ajoelhou-se aos pés de Jesus e agradeceu.
Quando Jesus disse para aquele homem que voltou: "Levanta-te e vai embora, a tua fé te salvou". Aquele homem não só foi curado daquela doença, mas o seu erro também foi perdoado.

Conclusão: Jesus ficou triste com os nove que foram curados e que não voltaram para agradecer. Sabem? Devemos agradecer por tudo o que Deus faz por nós, até mesmo pelas pequenas coisas. Agradeça pelo lar, pela roupa, pelo brinquedo que tem. Você pode achar que não precisa agradecer como os nove leprosos acharam, mas Jesus fica feliz em ouvir um "muito obrigado".

ATIVIDADE

Ajude as crianças a recortarem e colarem coisas que elas poderiam agradecer a Deus.


terça-feira, 21 de junho de 2016

O Exemplo de Jesus


Jesus de Nazaré, numa atitude incomum em seu tempo, demonstrava apreço e respeito aos excluídos e discriminados, oferecendo igual atenção às diferenças de classe e sexuais; aos ladrões, às prostitutas, aos adúlteros, aos cobradores de impostos.
Um olhar cuidadoso na vida de Jesus irá revelar a criatura extremamente corajosa, o indivíduo que pregou a tenacidade diante de situações emocional ou moralmente difíceis e que não teve medo de enfrentar a desaprovação.
Jesus não receava correr riscos, porque seus valores não eram locais; em outras palavras, não eram analisados sob a luz de um enfoque particular e geográfico.
O Cristo estava imerso na plenitude do Criador; por isso, suas palavras faziam emergir das profundezas das criaturas os adormecidos “prazeres da alma”. Sua argumentação amorosa e lógica levava as pessoas a sentimentos muito intensos de alegria, prazer, admiração e entusiasmo.
O Mestre deixou claro que, para Deus, não havia eleitos – o reino dos Céus era uma conquista comum a todos aqueles que cultivassem o amor a Deus, ao próximo e a si mesmo.

Ditado pelo Espírito Hammed
Psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto

Texto retirado do livro “Folhas de Outono – Ideias que mobilizam os potenciais humanos” – Editora Boa Nova.

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Reflexões sobre o apego...


Apego é a não aceitação da impermanência das coisas. Na Terra nada se perpetua somente a alma é imortal.
O apego é a memória da “dor” ou do “prazer” passado, que carregamos para o futuro. Atrás de cada sofrimento existe um apego. Quando temos algo querido ou pensamos ter a posse da alguém que muito amamos, sofremos ao nos separarmos dele. O ciúme é o resultado do apego (medo de perder).
O desejo e o apego, privados de consciência reflexiva, estreitam nossa visão de felicidade, descartando novas possibilidades de uma vida pacífica e alegre.
A mente apegada a fatos, acontecimentos e pessoas é incapaz de perceber a sua essência. Aquele que está agarrado ao “ego” está vazio do “sagrado”; aquele que se liberta do “ego” descobre que sempre esteve repleto do “sagrado”.
O “desapego saudável” é uma vivência que leva ao crescimento íntimo e uma expansão da consciência, enquanto a experiência defensiva conduz a um bloqueio das sensações, fazendo com que as pessoas vivam numa aparente fuga social.
É preciso perceber a diferença entre o “amor real” e a “relação simbiótica”, ou mesmo o “apego familiar”. A realização espiritual não está em nos apegarmos egoisticamente aos entes queridos, e sim, nos interagirmos fraternalmente, uns com os outros.

Ditado pelo Espírito Hammed
Psicografado por Francisco do Espírito Santo Neto

Texto retirado do livro “Folhas de Outono – Ideias que mobilizam os potenciais humanos”- Editora Boa Nova.

LIVRE- ARBÍTRIO- LEI DE CAUSA E EFEITO - aulas de evangelização




Prece inicial:
Primeiro momento: em círculo, coloca-se um cartaz no chão, com o seguinte questionamento:
Somos realmente livres?
Segundo momento: colocar, ao lado (no chão) outros cartazes, um a um, com argumentos que provoquem dúvidas nos jovens, se a liberdade é real:
1 - E a obediência às leis e regulamentos civis?
2 - E as convenções e responsabilidades com a sociedade?
3 - E as nossas obrigações com a família e os parentes?
4 - E a união compulsória do espírito ao corpo?
5 - E a preocupação com a preservação e sustento do corpo físico?
6 - E a imposição do trabalho como necessidade de sobrevivência?
Terceiro momento: os tópicos devem ser comentados, relacionando a liberdade com a lei de causa e efeito.
Quarto momento: os jovens devem concluir que somos livres, mas nosso livre-arbítrio está interligado às suas conseqüências e à liberdade de nossos irmãos.
Quinto momento: expor mais dois cartazes, resumindo o tema do encontro, com as seguintes frases:
"A liberdade de fazer o que se quer está condicionada à liberdade de fazer o que se deve." (Livro da Esperança)
"Todos somos livres para desejar, escolher, fazer e obter, mas também somos constrangidos a entrar nos resultados de nossas próprias obras." (Emmanuel / Encontro Marcado)
Prece de encerramento