segunda-feira, 20 de maio de 2013

Obediência


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: Obediência


Objetivo: Entender o que é ser obediente
              Compreender que quando somos desobedientes podemos correr riscos
              
Atividade: - contar a história “Gisa e Arco”.

Recurso: móbile e desenho

Atividade reflexiva: conversar com as crianças.
* A tartaruga e o peixe foram obedientes?
* O que aconteceu com eles?
* Devemos obedecer nossos pais? Por quê? Porque eles sabem o que é melhor para nós. Obedecendo estaremos evitando situações de perigo.
* Lembrar que as pessoas de nossa família nos amam e querem o   nosso bem. 
           É importante valorizar a nossa família, respeitando nossos pais, avós, irmãos, as pessoas que cuidam de nós e as demais pessoas que fazem parte dela.
          Podemos morar apenas com o pai ou com a mãe ou com nossos avós, ou com outra pessoa como uma tia, mas mesmo assim estamos em família. Não podemos esquecer que família são aquelas pessoas que convivem conosco.
          Devemos agradecer ao Mestre Jesus pela família que temos e pedir forças para que saibamos agir com amor e respeito com nossos familiares, para contribuirmos com a felicidade do nosso lar.
         Cada um está na família que tem as condições necessárias para evoluir.

Metodologia: Após a narrativa da história, os maiores montarão a tartaruga e os menores pintarão o peixinho Arco.

OBS: os desenhos podem ser aumentados e coloridos para maior incentivo às crianças.

Gisa e Arco

Gisa é uma bela tartaruga. Ela mora com seus pais e irmãos em uma linda praia, mais precisamente no mar. O local fica perto de umas rochas grandes, e a água bate nas pedras e volta. Gisa adora ficar tomando sol nas pedras e olhando o mar.
Ela tem uma vida legal, tomando sol e brincando com seus irmãos e amigos. Gisa é amiga de Arco, um peixe muito simpático. Eles costumam nadar juntos, descobrindo sempre plantas e bichos diferentes que vivem no fundo do mar.
A mãe de Gisa, Dona Titã, pede sempre que ela não vá nadar muito longe, porque pode ser perigoso. Mas Gisa não dava importância aos conselhos da mãe... Achava que a mãe não sabia das coisas, que era preocupada demais e que não havia mal algum em explorar novos mares.
E assim o tempo ia passando, com muitos banhos de sol nas pedras e aventuras de Gisa e Arco no fundo do mar.
Um dia, porém, eles foram nadando, nadando, e quando perceberam estavam muito longe de casa. O local tinha lindos corais e algumas plantas diferentes que eles pararam para apreciar.
Naquele momento, passou um enorme barco, que jogou uma rede de pesca. Logo Gisa se debatia na rede, sem conseguir sair.Ela e alguns peixes começaram a gritar por socorro! Arco não sabia o que fazer para salvar a amiga e os outros peixes. Foi então que apareceram dois enormes peixes, que pareciam ter uma serra na boca:
- Morde a rede! Nós vamos ajudar!
E assim os três passaram a morder e serrar a rede, e pouco antes de os pescadores puxarem a rede para cima, eles conseguiram fazer um buraco, por onde Gisa e vários peixes conseguiram sair. Mas infelizmente muitos outros peixes ficaram na rede, que logo estava dentro do barco.
Que susto! Gisa e Arco agradeceram muito a ajuda dos novos amigos. Os peixes-serra contaram que aquele era um lugar muito perigoso no mar, pois sempre havia muitos pescadores.
         - Não avisaram vocês que é perigoso nadar aqui? Ainda bem que estávamos de passagem por esses lados do mar.
Gisa ficou vermelha, lembrando dos conselhos da mãe, enquanto Arco baixou a cabeça, envergonhado. Eles, então, perguntaram qual era o caminho mais seguro para voltar para casa.
Os novos amigos ensinaram o caminho, e Gisa e Arco nadaram rápido de volta para casa.
Enquanto voltavam, lembraram-se do susto e prometeram nunca mais nadar tão longe e sempre obedecer aos pais.
                                                                     
                                                                                                                        Claudia Schmidt

 Ilustração para a histórinha: www.searadomestre.com.br/evangelização

Prece final








Respeito à vida dos semelhantes


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: RESPEITO À VIDA DOS SEMELHANTES

 

Objetivo: Entender que as nossas falhas podem prejudicar nossos semelhantes
               Saber que para cada má conduta nossa, alguém pode sofrer as consequências

Atividade: - contar a história “A “VOLTINHA” DE RENATO”.

Recurso: teatrinho

Metodologia: Recorte as figuras e cole em um palito de churrasco e faça um teatrinho. E depois, peça para os evangelizandos pintarem o Renato, o Pepe e o Raja.


A voltinha de Renato

Um dia, Renato foi dar uma “voltinha”.
Antes de sair, porém, passou pela cozinha e ao ver um prato de bananas, exclamou:
- Oba!... Está para mim!...
E, guloso como era, pegou duas bananas e saiu. Então, começou a saborear uma delas.
- Como está gostosa! A sorte é que peguei duas...
E os olhos luzindo de prazer, ia dando sua “voltinha”.
A manhã estava linda! O céu bem azul, salpicado de nuvenzinhas brancas que passavam de um lado para outro.
- Parecem carneirinhos pastando – pensou Renato enquanto caminhava.
Andou, andou... Depois de comer as duas bananas, ficou todo atrapalhado.
- E agora, que vou fazer com estas coisas?... Atirar no chão não devo... No bolso não dá... Minhas calças estão limpinhas... Ficar com elas na mão... Também não dá... E Renato olhava para as cascas de banana, sem saber o que fazer com elas.
Nisto, ao passar por um jardim, um cão saltou nas grades, latindo.
- Oi Rajá!... Tudo bom?...
E largou na calçada as desagradáveis cascas, para melhor acariciar seu amigo cão.
Durante algum tempo, Renato ali esteve. Depois, continuou a dar sua “voltinha”, completamente esquecido de tudo.
Foi então que encontrou seu amigo Pepe.
- Oi!... Vamos brincar um pouco?
- Não posso, Nato! Meu pai está esperando a marmita. Ele almoça lá no emprego.
Renato sabia que Pepe era um bom menino, levava sempre a marmita para o pai, com muito cuidado. Por isso, sem insistir, prosseguiu sua “voltinha”.
Mas, mal tinha dado alguns passos, ouviu um grito – Ui!...- e um barulho forte – ploctt...
Renato voltou- se. Lá estava Pepe estendido no chão! A seu lado, a marmita virada e toda a comida derramada! Rajá latia, como a pedir socorro.
Renato correu para o amigo.
- Que foi?... Está machucado ?...
- Ui! – Gemia Pepe, esfregando a perna – Que escorregão!... Também, cascas de banana!...
Renato ficou vermelho!... O coração bateu forte, forte...
- Você quebrou a perna? – Perguntou, aflito.
- Não sei... Acho que não!...
E Pepe, ajudado por Renato, pôs- se de pé. Depois, forçou um sorriso e disse:
- Estou bem... A perna não quebrou...
E meio manco, deu alguns passos. Foi quando viu a comida esparramada na calçada. Então, começou a chorar.
Coitado do papai! Vai ficar sem almoço!...
Renato ficou nervoso. E enquanto pegava as cascas de banana, dizia:
- Não chore!... Seu pai terá outro almoço...
Mas Pepe, segurando a marmita vazia, explicou: a mãe trabalhava fora e já tinha saído.
Renato ficou mais aflito. Correu para casa e, chorando, contou tudo à sua mãe.
- Eu sou o culpado!... A culpa é minha...
Dona Vera ficou muito aborrecida, mas logo falou:
- Vá buscar Pepe. Vamos dar um jeito...
Renato saiu com um tufão. Em dois segundos estava de volta com o amigo. E os dois choravam juntos.
Dona Vera examinou Pepe. Tinha o tornozelo inchado, mas não havia fratura.
- Não chore mais!... Seu pai não ficará sem almoço...
E assim dizendo, ia abrindo as panelas e acomodando a comida na marmita.
Um largo sorriso apareceu no rosto de Pepe. E muito agradecido, disse:
- Muito obrigado!... A senhora é muito boa!... Renato também...
- Meu filho é muito descuidado! – comentou dona Vera.
E como Renato baixasse a cabeça muito triste, ela acrescentou:
- Mas garanto, também, que ele vai se corrigir...
Os olhos de Renato brilharam.
- Sim mãe, garanto! Não me esquecerei nunca do dia de hoje!...
E enquanto ele acompanhava Pepe, contou- lhe, muito envergonhado, o que havia acontecido quando parara para brincar com Rajá.

                                                                             FONTE: LIVRO: CONTE MAIS – VOLUME 1 – FERGS

OBS. Aumentar Renato e Pepe

Prece final

Amor com amor se paga


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: AMOR COM AMOR SE PAGA


Objetivo: Aprender que através das boas ações seremos recompensados.
      Conhecer um pouco de Chico Xavier.
               Entender que a verdadeira caridade deve ser feita sem esperar nada em troca.

Atividade:
- contar a história “A lição dos chuchus”.

Recurso: Ilustração da história
              Desenho para colorir

Metodologia:
Durante a narrativa da história fazer inserções exemplificando o dia-a-dia.
                    Contar um pouquinho de quem foi Chico Xavier.

A Lição dos Chuchus

Dona Maria Pena, que era viúva do Raimundo, irmão do Chico Xavier, julgava que este era um mão aberta...
Não era muito crente do dar sem receber. E certa manhã, em que, sobremodo, sentia a missão do médium, que muito estimava, disse-lhe:
- Chico, não acredito muito nas suas teorias de servir, de ajudar, de dar e dar sempre, sem uma recompensa. Não vejo nada que você recebe em troca do que faz, do que dá, do que realiza...

                  
- Mas, tudo quanto fazemos com sinceridade e amor no coração, Deus abençoa. E, sempre que distribuímos, que damos com a direita sem a esquerda ver, fazemos uma boa ação e, mais cedo ou mais tarde, receberemos a resposta do Pai. Pode crer que quem faz o bem, além de viver no bem, colhe o bem.
- Então, vamos experimentar. Tenho aqui dois chuchus. Se alguém aqui aparecer, vou lhos dar e quero ver se, depois, recebo outros dois...
Ainda bem não acabara de falar, quando a vizinha do lado esquerdo, pelo muro, chama:
- Dona Maria, pode me dar ou emprestar uns dois chuchus?
- Pois não, minha amiga, aqui os tem. Faça deles um bom guisado.


Daí a instante, sem que pudesse refazer-se da surpresa que tivera, a vizinha do lado direito, também pelo muro, ofereceu quatro chuchus a Dona Maria.
Meia hora depois, a vizinha dos fundos pede a Dona Maria uns chuchus e esta a presenteia com os quatro que ganhara.
A vizinha da frente, quase em seguida, sem que soubesse o que acontecia, oferece à cunhada do nosso querido médium, oito chuchus.



Por fim, já sentindo a lição e agindo seriamente, Dona Maria é visitada por uma amiga de poucos recursos econômicos.
Demora-se um pouco, o tempo bastante para desabafar sua pobreza.
À saída, recebe, com outros mantimentos, os oito chuchus.



E Dona Maria diz para o Chico:
- Agora quero ver se ganho dezesseis chuchus! Era só o que faltava para completar essa brincadeira...
O dia passou e lá pelas vinte horas, todos na sala, juntamente com o Chico, conversam e nem se lembram mais do caso dos chuchus, quando alguém bate à porta.
Dona Maria atende.
Era um senhor idoso, residente na roça.

Trazia no seu burrinho uns pequenos presentes para Dona Maria, em retribuição às refeições que sempre lhe dá, quando vem à cidade.
Colocou à porta um pequeno saco.
Dona Maria abre-o nervosa e curiosamente.
Estava repleto de chuchus...
Contou-os: sessenta e quatro. Oito vezes mais do que havia ultimamente dado...
Era demais.

A graça, em forma de lição, excedia à expectativa, era mais do que esperava.
E, daí por diante, Dona Maria compreendeu que aquele que dá recebe sempre mais.

                             Lindos Casos de Chico Xavier - Ramiro Gama - LAKE – Livraria Allan Kardec Editora



Prece final



Respeito à Natureza


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: Respeito à Natureza

Objetivo: Entender que Deus quem criou a natureza, foi uma criação maravilhosa, pois sem a água, o sol, a terra, as árvores, os animais, os seres humanos não teriam condições de viver na Terra.
Recurso: contar a história “A natureza”
              Vaso de flor

Atividade Reflexiva:
questionar os evangelizandos sobre os cuidados com a natureza. Relacionar os fatos narrados na história com a preservação da natureza e o nosso dia-a-dia.
Ø  Quem criou a natureza?
Ø  O que é natureza?
Ø  O que faz parte da natureza?
Ø  Quais os cuidados que devemos ter com a natureza?
Ø  O que devemos fazer para preservar a natureza?

Material: levar copinhos plásticos (de cafezinho) com um pouco de argila dentro. Entregar para os evangelizando pintar e recortar, o desenho de uma flor e uma folha. Colar a flor em um pauzinho de picolé. Após colocar a flor montada dentro do copinho de café.
                                                     A natureza

         - Não, mãe. Não vou molhar as plantas. Não gosto da natureza!
         - Mas, filha, a natureza não são apenas as plantas. A natureza foi criada por Deus e inclui as plantas, os animais, as flores, a água, o ar, a chuva, o mar, o céu, as nuvens...
- Não me interessa mãe. Por mim a natureza não precisava existir.
         A mãe de Márcia silenciou por alguns minutos.
         - E se ela não existisse pra você, por um dia?
         - Por mim tudo bem, retrucou a garota. Seria muito bom.
         - Então está combinado. Amanhã não haverá natureza na sua vida. Que tal?
    Márcia desconfiou um pouco da proposta da mãe, mas concordou. Ela achou que seria bom não ter que regar as plantas, varrer as folhas do pátio ou cortar a grama.
         No dia seguinte, quando acordou, foi lavar o rosto e escovar os dentes, mas não havia água.
         Foi colocar o seu uniforme da Escola, mas não achou a camiseta.
         Chegando à cozinha, não encontrou seu café pronto. Na mesa apenas um bilhete:
         "O leite vem da vaca. O açúcar tem sua origem na cana-de-açúcar e o café é uma planta também. O pão vem do trigo e as frutas também tem sua origem na natureza."
Márcia achou bom poder sair sem tomar café, pois estava sem fome mesmo e a mãe não insistiria para ela comer. Perguntou pela camiseta do uniforme, mas a mãe respondeu que era de algodão, que era uma planta e que, portanto, não poderia vesti-la naquele dia. Sentiu falta de Vivi, sua gata, que sempre lhe dava bom-dia com um carinho especial, mas logo ficou sabendo que ela estava passando o dia na vizinha, pois os animais são parte da natureza.
         Quando entrou no carro a garota achou engraçado a mãe lhe dizer para ir de olhos fechados até a escola, depois ficou sabendo que era para não ver as árvores e as flores que deixavam o caminho tão bonito na primavera.
         Na escola, quando abriu a mochila, não encontrou seu caderno e os lápis, mas apenas um bilhete:
         "O caderno e os lápis vêm das árvores. Um beijo. Sua mãe."
         Chateada, pediu uma folha e um lápis emprestado. Na hora do recreio, no lugar de seu lanche havia outro bilhete:
         "Não achei nada para você comer que não viesse da natureza. Sinto muito."
         Ao chegar a casa, Márcia sentiu o cheiro do almoço e foi conversar com sua mãe.
         Ela estava com fome e arrependida da bobagem que disse no dia anterior. Enquanto ela conversava, admitindo que não pudesse viver sem a natureza, Vivi, a gata, veio deitar perto da menina.


A mãe abraçou carinhosamente a filha e pediu que ela fizesse a prece antes do almoço, como era costume da família. Naquele dia, Márcia pediu perdão a Deus e agradeceu ao Pai Maior por Ele ter criado a natureza.
                                                                                             Claudia Schmidt

 Prece Final


domingo, 19 de maio de 2013

RECONCILIAÇÃO 

Reconcilie-se com o seu adversário enquanto está a caminho com ele, é advertência bem antiga.

De fato, quantos não se arrependem de não haver feito as pazes com o pai, com a mãe, com o irmão, com o cônjuge, antes de partir para a grande viagem.

Reúna coragem e harmonize-se com o seu próximo o quanto antes. Verá o quanto lhe fará bem aliviar-se da pesada carga que, de outra maneira, haveria de carregar por tempo indeterminado.


Do livro: REFLEXÕES PARA A SAÚDE
Autor: PÚBLIO CARÍSIO DE PAULA

sábado, 18 de maio de 2013

Amor à verdade


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: Amor à verdade


Objetivo:
Entender que falar a verdade é sempre a melhor forma de evitar problemas                             
               Dizer a verdade é o dever do bom cristão

Recurso: Contar a história “A mentira”
              Gatinho para montar

 Atividade Reflexiva:
 1 - A menina Melissa tomou uma atitude errada ao informar que os pais estavam na casa dos tios?
 2 – Qual foi a consequência da atitude de Melissa?
 3 - Devemos falar sempre a verdade. Citar exemplos: se você, sem quer, estragar um objeto (exemplificar) de sua casa, não coloque a culpa em seu irmão. Diga sempre a verdade, para não prejudicar seu irmão, que nada fez.
 4 - Jesus nos ensinou a falar a verdade. Assim estaremos demonstrando o imenso amor que temos por Ele. Quem diz a verdade está praticando o bem, o amor e a caridade para si e para com seu próximo.
 5 – Ao se arrepender Melissa contou a verdade a seus pais, os quais aceitaram seu pedido de desculpas e a aconselharam a nunca mais mentir. Lembrar que muitas vezes o outro pode ser penalizado em nosso lugar, o que vai nos trazer muito sofrimento e tristezas.

Material: molde do gatinho
OBS: esta aula serve para todas as idades é só adaptar o molde, os pequenos podem receber em forma de desenho só para pintar e os maiores para montar.

A mentira
         Embora não fosse rica, Melissa era uma menina a quem nada faltava. Morava numa casa confortável, tinha uma família amorosa, um gatinho de estimação e, tudo o que desejava, na medida do possível, seu pai lhe comprava. 
 Mas Melissa tinha um grande problema: a mentira. 
         Mentia a todo instante, para qualquer pessoa e em qualquer ocasião. De tanto mentir, Melissa não conseguia mais parar. A mentira tornara-se um hábito em sua vida e quando menos se esperava, lá estava ela inventando coisas. 
         Na verdade, ela sentia verdadeiro prazer nisso e seus olhos brilhavam de satisfação ao inventar uma história. 
         Certo dia, Melissa estava na escola quando um vizinho veio perguntar se ela sabia do paradeiro de seus pais. 
         Mais que depressa ela colocou a cabecinha avoada para funcionar: 

         — Ah! Sei sim! Papai e mamãe foram visitar meu tio João que está doente. Sabe? Ele está com um problema terrível no estômago e... 
         — E onde mora seu tio João? 
         — Mora na cidadezinha aqui perto. Não sei o endereço, mas é próximo ao supermercado. 
         O amigo de seu pai agradeceu e saiu rapidamente, aflito. 
         Quando Melissa saiu da escola, após as aulas, foi para casa brincando pelo caminho, colhendo flores e parando para ver as vitrinas das lojas de brinquedos. 
         Chegando próximo à sua casa, percebeu um movimento incomum. Uma grossa cortina de fumaça cobria tudo e os vizinhos tentavam apagar o fogo inutilmente. 
         Viu seus pais suarentos e cansados, que faziam esforços para retirar seus pertences do interior da casa em chamas. Com os olhos arregalados de espanto, Melissa perguntou: 
         — O que aconteceu, papai?... 
         Virando-se para ela, ele respondeu com severidade: 
         — Aconteceu, minha filha, que sua mãe esqueceu o ferro elétrico ligado e a casa pegou fogo. Nossos vizinhos perceberam que algo de estranho estava acontecendo pelo cheiro de queimado que se espalhava ao redor, e não sabendo onde nos encontrar, perguntaram a você. 
         Melissa, muito vermelha, abaixou a cabeça envergonhada. 
         — Então, fomos visitar seu tio João que está doente? 
         Gaguejando, Melissa procurou se desculpar: 
         — Pa... papai desculpe. Não pensei que fosse causar algum problema! 
         — “Algum problema”? Minha filha, você percebe o que fez com sua mentira? Quase perdemos tudo! Bastaria que tivesse dito a verdade, isto é, que fomos ao sítio, pertinho da cidade, para que grande parte do problema fosse evitado. Embora desejosos de ajudar, nossos amigos não conseguiram abrir a porta, que estava trancada. Se tivessem nos encontrado antes, nada disso teria acontecido. 
         — Estou tão envergonhada!... 
         — Espero que isto lhe sirva de lição, minha filha. Graças a Deus, perdemos apenas bens materiais. Nossa família nada sofreu — completou com um suspiro de alívio. 
         Com os olhos cheios de lágrimas, Melissa prometeu: 
         — Vou tentar me corrigir, papai. Nunca mais direi uma mentira. Daqui por diante quero dizer só a verdade. 
Célia Xavier Camargo  



Prece final




quinta-feira, 16 de maio de 2013

Existência de DEUS


PRECE INICIAL: Pai Nosso

 

TEMA: EXISTÊNCIA DE DEUS


Objetivo:
Compreender que Deus é nosso Pai, Criador de tudo e de todos.
Observar a criação de Deus através da natureza, a reconhecer o Criador pelo mundo que a circunda (as plantas, os animais, o sol, as estrelas...).
Levar a criança a sentir a presença de Deus através dos sinais da natureza.

Recurso: QUADRO DE IMAGENS (1)
              CATAVENTO ( 2 )

 As aulas deverão ser bem ilustradas e, na medida do possível, com elementos da natureza ou ao ar livre. Mostrar que a melhor maneira de amar a Deus é respeitar a sua criação: a natureza.


Metodologia: Narrar a história: “AS RESPOSTAS DE JOÃOZINHO”

Material: Levar o papel já cortado conforme o modelo.       

AS RESPOSTAS DE JOÃOZINHO
 Numa manhã de primavera, Joãozinho e sua mãe foram passear no parque da cidade. Mamãe, olhando para o céu, exclamou:
- Olhe Joãozinho, veja como está lindo o céu! As nuvens parecem lírios brancos num imenso lago azul!
- Está lindo mesmo! - disse Joãozinho - Mas eu acho que as nuvens parecem barquinhos de velas brancas. Veja aquelas, mãe, lá longe, tão pequeninas... Não parecem carneirinhos?
Dona Laura sorriu ante as comparações do filho. E concordou com ele, acrescentando:
- Repare como o vento faz com que elas se movimentem...
- É que o vento é o pastor das ovelhinhas do céu, mãe! - concluiu o menino.
Dona Laura achou interessante a conclusão de Joãozinho. Os dois continuaram a caminhar pelas alamedas, admirando os canteiros cheios de flores.
- Ouça mamãe! Ouça como canta o passarinho.
- é um bem-te-vi, filho. Repare como ele diz: "bem-te-vi"! "bem-te-vi"!
- Engraçado! Parece mesmo que ele está falando!
E os dois ficaram ouvindo o bem-te-vi cantar.
Apontando os canteiros cheios de flores, a mãe perguntou:
- Quantas cores você pode contar ali, meu filho?
- Roxo, amarelo, azul, laranja... São quatro mamãe.
Dona Laura reclamou:
- Falta ainda uma: a vermelha. Olhe aquela rosa do outro lado. Quantas coisas lindas estamos encontrando! Coisas que Deus criou.
- Mas como é Deus? ... Eu nunca vi Deus!
Naquele momento, um ventinho começou a soprar no parque, fazendo girar o cata-vento que Joãozinho havia acabado de comprar. Dona Laura perguntou:
- Sente o vento, meu filho?
- Ora! Sinto, mamãe!
- Pode vê-lo?
- Não respondeu ele um pouco surpreso. - Nem eu, nem ninguém pode ver o vento.
Mamãe sorriu e continuou, com os olhos alegres:
- Mas você nota o que o vento faz?
- Claro! ... Ele balança as flores e as folhas, girou meu catavento. Está em todos os lugares.
Dona Laura comentou:
- É isto mesmo. Não podemos ver o vento, mas sabemos que ele está em toda parte e sentimos sempre a sua presença, logo...
Mamãe não completou a frase, pois Joãozinho, muito inteligente e muito esperto, disse depressa:
- Já sei! Já adivinhei tudo. A gente não vê Deus, não sabe como é... Mas, a gente sabe que Ele é bom, que está em toda parte e que fez todas as coisas lindas que vemos hoje.
- Não só as que vemos hoje, mas muitas outras nos falam do amor e da proteção de Deus - acrescentou Dona Laura, toda comovida.
E Joãozinho, todo importante, concluiu:
- Ora, nós não precisamos ver Deus, para sabermos que Ele existe e nos ama muito, muito, não é mamãe?
Foi então que ele ouviu uma voz e olhando para trás, viu o pai, com quem haviam combinado de se encontrar no parque. Correu para abraçá-lo, e disse:
- Papai, hoje eu aprendi uma porção de coisas sobre Deus. Quer que eu conte?

Prece Final

Material:
• 1 Canudo grosso ou espetinho de churrasquinho
• Cartolina
• Régua
• Lápis
• Tesoura
• Cola
• Alfinete, tachinha ou arame.
* Há um alfinete para artesanato que não tem a ponta fininha e é flexível o que torna o acabamento mais fácil de fazer.

Execução:
1. Desenhe um quadrado na cartolina (+- de 25 cm, para cada lado).
2. Desenhe, pinte ou faça colagem neste quadrado.
3. Trace as linhas diagonais do quadrado, formando um “X”, como mostra a imagem:
4. Corte com a tesoura estas linhas até uma distância de 1,5 cm do centro. 
5. Depois dobre uma ponta sim, outra não, em direção ao centro.
6. Prenda as pontas no centro do quadrado com o alfinente, tachinha ou pedaço de arame.
7. Prenda no canudo ou no espetinho e pronto!

Obs: Quanto mais colorido o papel, mais bonito fica;
Não utilize papel muito fino, para que o cata-vento fique bem firme.
Além de brinquedo, ele pode ser utilizado na decoração, como na imagem abaixo: